GLÜLT é uma palavra inventada, sem significado. Nasce de Brüllt, que é a forma conjugada do verbo Brüllen que em alemão é usada para indicar que alguém (ou um animal) está a emitir um som muito alto — rugido, berro ou grito.
Entre o impacto e o instinto, entre o som e o absurdo, entre a incoerência e a surpresa ergue‑se o universo deste espetáculo.
Neste solo, Rui Paixão propõe-se a destilar a arte do palhaço até ao seu estado mais puro: um exercício depurado, estilizado e profundamente físico. Conduz o público por uma experiência assumidamente incoerente, onde a imaginação e a interação direta com os espectadores se tornam a porta de entrada para um território onde tudo pode acontecer sem justificação aparente.
criação, performance e espaço cénico Rui Paixão direção técnica, desenho de luz e apoio espaço cénico Manuel Abrantes olhar externo Andreas Merk sonoplastia e apoio som Pedro Almeida apoio ao ensaio João Grilo produção Mafalda Bastos mentoria CAMPUS Magda Henriques coprodutores Centro de Arte de Ovar, Les SUBS, Município de Santa Maria da Feira/Cine Teatro António Lamoso, Município de Setúbal - Fórum Luísa Todi, Teatro Diogo Bernardes, Teatro das Figuras, Teatro Viriato, Teatro Municipal da Covilhã, Teatro Municipal do Porto, Teatro José Lúcio da Silva, Theatro Circo bolsa de criação e residência artística A Turma apoio à criação em residência artística CAMPUS, Casa Varela, CRL – Central Elétrica, Les SUBS, Mindelact 2025, Mi Casa Tu Casa/Teatro Viriato, GRETUA, CRL – Central Elétrica com o apoio do Camões - Centro Cultural Português em Paris e República Portuguesa - Cultura, Juventude e Desporto / Direção-Geral das Artes